quarta-feira, 31 de agosto de 2011

HTPC - XI Mostra Pedagógica

Nesta quarta-feira (31), coordenação e educadores da Obra Social Santa Clara se reuniram para discutir sobre a XI Mostra Pedagógica, cujo tema é  o natal, que será desenvolvido através do espetáculo “O Natal de Papel”, escrito pelo professor Maurício que também conduziu a HTPC com o objetivo de organizar o evento.
Os professores Daniela Cristina Ornelas de Oliveira, Janice Perez, Ana Maria Rocha Araujo, Fernando Patrício, Diogo Pinto de Souza Pena e Maurício Romão dos Santos, fizeram a leitura do texto que foi apresentado pela primeira vez aos presentes, após muitas gargalhadas todos aprovaram o roteiro da peça.

Obrigado aos colegas de trabalho e sucesso!

Para baixar o texto "O Natal de Papel" clique AQUI!


Atenção: As imagens e áudios de alunos postados neste blog foram devidamente autorizados por seus responsáveis.

DEPOIMENTOS, CRÍTICAS E SUGESTÕES

Este espaço se destina aos depoimentos, críticas e sugestões dos alunos de teatro.


Taíssa da Silva Lemes e Natália Souza da Silva (31/08/2011)



Imagem não autorizada
Vozes: Mariana Nunes da Costa e Izabella Samara da Silva Pena (01/09/2011)



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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Alunos fazem leitura da peça "O Natal de Papel"


Neste Vídeo, as alunas Ana Julia de Brito Pereira, Esther de Lima Brito, Sara Gonçalves Rezende e o prof. Maurício (in off) fazem o estudo da peça "O Natal de Papel".

Leitura
A leitura, que é um testemunho oral da palavra escrita de diversos idiomas, com a invenção da imprensa, tornou-se uma atividade extremamente importante para o homem civilizado, atendendo múltiplas finalidades.


 

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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Lista com o nome dos atores e personagens da peça "O Natal de Papel"

Os alunos Ester Cristina Borges Almeida, Esther de Lima Brito, Isac Luiz de Lima Brito e Luiz Henrique Paula de Lima, participaram nesta sexta-feira (26), da primeira leitura da peça "O Natal de Papel", além da boa performance dos alunos, eles ainda contribuíram com opiniões em relação a alguns detalhes do roteiro.
Os ensaios serão iniciados a partir da próxima segunda-feira dia 29/08, esperamos que todos os alunos convocados participem com disciplina e muita força de vontade, ainda desejo aos mesmos um ótimo trabalho, pois todos são muito capacitados!
Os atores serão escolhidos conforme a necessidade do papel, levando em consideração os aspectos físicos, desempenho, competência, assiduidade e disciplina.
Segue abaixo a lista com o nome dos candidatos e seus respectivos personagens:

ATORES
PERSONAGENS
Prof. Diogo
Sr. Natanael
Educador Tarcísio
Duque Tesourão
Ana Carolina Procópio
Gata Tina
Ana Julia Brito Pereira
Gata Tina
Ester Cristina Borges Almeida
Boneca Bia
Esther de Lima Brito
Kiara
Fábio V. A. Araújo
Cachorro Rex
Henrique Vilas Boas Alves
Duque Tesourão
Isac Luiz de Lima Brito
Cachorro Rex
Luiz Henrique Paula de Lima
Cachorro Rex
Maria Eduarda dos Santos Alves
Kiara
Marília Rezende Bretas de Araújo
Kiara
Sabrina Gonçalves Rezende
Gata Tina
Sara Gonçalves Rezende
Boneca Bia
Sarah L. O. Santos
Kiara
Tainara E. O. Santos
Urso Pituxo
Wesley Gonçalves Rezende
Urso Pituxo

Obs.: O ator que representará o personagem irmão da Kiara será definido posteriormente.








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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Desenhos das aulas de teatro

Desenho da aluna Isabela Samara da Silva Pena

Desenho da aluna Mariana Nunes da Costa


O desenho é um suporte artístico ligado à produção de obras bidimensionais, diferindo, porém, da pintura e da gravura. Neste sentido, o desenho é encarado tanto como processo quanto como resultado artístico. No primeiro caso, refere-se ao processo pelo qual uma superfície é marcada aplicando-se sobre ela a pressão de uma ferramenta (em geral, um lápis, caneta ou pincel) e movendo-a, de forma a surgirem pontos, linhas e formas planas. O resultado deste processo (a imagem obtida), portanto, também pode ser chamada de desenho. Desta forma, um desenho manifesta-se essencialmente como uma composição bidimensional formada por linhas, pontos e formas.
O desenho envolve uma atitude do desenhista (o que poderia ser chamado de desígnio) em relação à realidade: o desenhista pode desejar imitar a sua realidade sensível, transformá-la ou criar uma nova realidade com as características próprias da bidimensionalidade ou, como no caso do desenho de perspectiva, a tridimensionalidade.
 
 
A representação do homem vitruviano, como imaginado por Leonardo da Vinci, é um dos desenhos mais conhecidos do mundo

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Desenho



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Teatro de fantoches

Alunos manipulando os fantoches

Maria Paula e João Marcos

Fantoche é uma forma particular de marioneta animada por uma pessoa e que se distingue pela manipulação que resulta da introdução da mão numa espécie de luva em que o dedo indicador vai suportar a cabeça do boneco, o polegar e o anelar suportam e movem os braços. Por isso também é designado por marioneta de luva. Em sentido restrito, marioneta entende-se como marioneta-de-fios.
O fantoche possui uma face com grande expressividade, sendo os braços e mãos movimentados pelos dedos e muitas vezes é designado também pelos nomes dos personagens populares mais famosos em cada país: Roberto em Portugal, Cristóbal em Espanha, Guignol em França, Kasperl na Alemanha, Kaspérek na República Checa, Petruchka na Rússia, Burattino ou Pulcinella em Itália, Punch em Inglaterra, etc.
Na cultura popular nordestina do Brasil há um tipo particular de fantoche, o mamulengo.
Os termos fantoche, títere e bonifrate são frequentemente usados pejorativamente para designar pessoas sem vontade própria que são manipuladas por outrem.
O dia do fantoche é comemorado em 9 de maio.





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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Teatro de sombras

Vídeos do espetáculo "Sombras e Silhuetas" do ano de 2010.



 










O teatro de sombras é uma arte milenar do oriente e conseguiu encantar encenadores do mundo inteiro. É uma linguagem que integra o campo do teatro de animação, em que estão inseridos os marionetes, bonecos, objetos e máscaras. Suas técnicas são relativamente simples: através de uma tela branca onde um foco de luz se acende, sombras de silhuetas de figuras humanas, animais, ou objetos, recortadas em papel, são projetadas em conjunto, ou isoladas nos remetendo a um mundo particular, poético e mágico de histórias, do faz de conta.

Fonte: http://www.lenderbook.com/sombras/index.asp



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Aula de teatro informatizada.

Com o uso do computador, as aulas ficam muito mais dinâmicas, interessantes e eficientes. É possível gravar um exercício ou encenação e logo em seguida ver junto com os alunos o resultado do trabalho recentemente realizado.
Outro ponto muito importante é o “registro”, a exemplo de outras disciplinas o professor tem como parâmetro os textos, desenhos, trabalhos manuais para acompanhar o desenvolvimento do educando. Porém, no teatro essa percepção é um tanto complexa, mas com a possibilidade de registrar as aulas, exercícios, peças teatrais através de uma simples câmera de um notebook, o acompanhamento do professor e a avaliação do aluno sobre si próprio torna-se um processo hábil e consolidado.

Frequencia dos alunos

Dublagem (gravado e arquivado)

Gravação das aulas (gravado e arquivado)

Exercício de Teatro (gravado e arquivado)

Blog das aulas de teatro e atividades extras


Animação realizada por alunas do curso de teatro




 


INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO
O Computador auxiliando o processo de mudança na escola




Estamos praticamente vivendo na sociedade do conhecimento onde os processos de aquisição do conhecimento assumem um papel de destaque exigindo um profissional crítico, criativo, reflexivo e com capacidade de pensar, de aprender a aprender, de trabalhar em grupo e de se conhecer como indivíduo. Cabe à educação formar esse profissional. No entanto, a educação capaz de formar esse profissional não pode mais ser baseada na instrução que o professor transmite ao aluno, mas, na construção do conhecimento pelo aluno e no desenvolvimento dessas novas competências.
Uma das tentativas de se repensar a educação tem sido feita por intermédio da introdução do computador na escola. Entretanto, a utilização do computador na educação não significa, necessariamente, o repensar da educação. O computador usado como meio de passar a informação ao aluno mantém a abordagem pedagógica vigente, informatizando o processo instrucional e, portanto, conformando e fossilizando a escola. Na verdade, tanto o ensino tradicional quanto sua informatização prepara um profissional obsoleto.
Por outro lado, o computador apresenta recursos importantes para auxiliar o processo de mudança na escola - a criação de ambientes de aprendizagem que enfatizam a construção do conhecimento e não a instrução. Isso implica em entender o computador como uma nova maneira de representar o conhecimento provocando um redimensionamento dos conceitos básicos já conhecidos e possibilitando a busca e compreensão de novas idéias e valores. Usar o computador com essa finalidade requer a análise cuidadosa do que significa ensinar e aprender, demanda rever a prática e a formação do professor para esse novo contexto, bem como mudanças no currículo e na própria estrutura da escola.

Fonte: http://www.nte-jgs.rct-sc.br/valente.htm





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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Sinopse da peça "O NATAL DE PAPEL"

"O Natal de Papel”, escrito pelo professor Maurício Romão, é o nome do espetáculo da Obra Social Santa Clara para o ano de 2011, a peça apresenta a história de uma linda menina chamada Kiara que vive o terrível drama de ser uma moradora de rua e órfã. Em uma fria noite de natal, ela tenta esquecer sua triste realidade buscando refugio em seu próprio mundo imaginário, onde ela vivencia uma emocionante experiência ao conhecer personagens muito bondosos com quem descobre os verdadeiros valores da vida. Mas, a Kiara e seus amigos têm um grande desafio, enfrentar o  Duque Tesourão, um malvado vilão que adora acabar com a imaginação de qualquer criança, detesta o natal e atitudes bondosas.

"Não fique fora desta alucinante aventura, use sua imaginação e boa viagem!"




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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Alunos assistem ao filme "Rango"


Os alunos do período da tarde deram muitas risadas com o Rango, um camaleão com crise de identidade que, após viver a boa vida como bicho de estimação, parte em uma aventura pelo deserto de Mojave (EUA) para conhecer mais sobre si mesmo.


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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

CAMPANHA CONTRA O CEROL



O educador Maurício da início a campanha "Linha Limpa", que consiste no combate ao cerol.
Leia mais em:
http://linhalimpa.blogspot.com/


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Projeto interdisciplinar "Folclore"

No dia 18 de agosto de 2011, todos os alunos participaram do projeto de confecção de bonecas de pano, paraquedas, barangandão arco-íris, catavento e brinquedos de madeira.

Parabéns aos educadores, coordenação, Mª. Helena e aos alunos pelo ótimo trabalho!


 Confecção de carrinho

Confecção de carrinho

Confecção de bonecas

Confecção de barangandão

Confecção de paraquedas

 Confecção de paraquedas

Confecção de paraquedas

O folclore é a ciência das tradições e usos populares, constituído pelos costumes e tradições populares transmitidos de geração em geração. Todos os povos possuem suas tradições, crendices e superstições, que se transmitem através de lendas, contos, provérbios, canções, danças, artesanato, jogos, religiosidade, brincadeiras infantis, mitos, idiomas e dialetos característicos, adivinhações, festas e outras atividades culturais que nasceram e se desenvolveram com o povo.
A UNESCO declara que folclore é sinônimo de cultura popular e representa a identidade social de uma comunidade através de suas criações culturais, coletivas ou individuais, e é também uma parte essencial da cultura de cada nação.[1]
Deve-se lembrar que o folclore não é um conhecimento cristalizado, embora se enraíze em tradições que podem ter grande antiguidade, mas transforma-se no contato entre culturas distintas, nas migrações, e através dos meios de comunicação onde se inclui recentemente a internet. Parte do trabalho cultural da UNESCO é orientar as comunidades no sentido de bem administrar sua herança folclórica, sabendo que o progresso e as mudanças que ele provoca podem tanto enriquecer uma cultura como destruí-la para sempre.[2]





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SER PROFESSOR

          Se alguém lhe perguntasse qual é a mais nobre das profissões, o que você responderia?
Talvez a resposta correta seja: Todas. Todas as que são exercidas com nobreza.
Todavia, há uma profissão da qual praticamente todas as demais dependem: é a de professor.
Esse profissional é o grande responsável pela formação intelectual dos seres que passam pelas salas de aula. E não são poucos.
O professor é quase um segundo pai e a professora, uma segunda mãe, pois ambos têm o poder de influenciar sobremaneira, na formação dos caracteres de seus alunos.
Por isso, a profissão do educador é uma das mais nobres e também de grande responsabilidade.
Se todo professor tivesse consciência da gravidade da ação que exerce sobre seus educandos, certamente a nossa sociedade seria melhor.
Não queremos dizer que toda responsabilidade pese sobre o professor, mas grande parte dela, já que os pais são os maiores responsáveis pela conduta moral dos filhos.
No entanto, há professores e professores.
Há aqueles que não passam de comerciantes da educação. Dão suas aulas como quem se desincumbe de pesado fardo, pensando no valor que recebem no final do mês.
Há os indiferentes, que dão aulas de forma maquinal, não se esforçam nem para sair da mesmice, que os alunos já não suportam mais.
Há aqueles que são o exemplo vivo da deseducação. Sentam-se na mesa, gritam para serem ouvidos, esmurram a mesa ou o quadro para chamar a atenção dos educandos.
Há também os que pensam que crianças são adultos em miniatura. Não usam a criatividade nem para buscar o aperfeiçoamento pessoal e fazem apenas o que seus superiores lhes ditam.
Ser professor, no verdadeiro sentido da profissão, é ajudar a formar cidadãos de bem. É conhecer o aluno e procurar extrair o que tem de melhor em sua intimidade, ajudando-o a reformular o que tenha que ser repensado.
Ser professor é estar sempre em busca do próprio aperfeiçoamento, para melhor servir.
É buscar sempre o que tem de melhor, para oferecer aos seus educandos.
É jamais se conformar com os desafios, por mais imponentes que sejam.
Ser professor é descobrir em cada aluno seu universo de potencialidades e ajudá-lo a desenvolvê-las.
Ser professor é muito mais do que passar teorias e conceitos. É edificar pelo próprio exemplo.
É romper com os modelos ultrapassados de incutir na cabeça do educando fórmulas prontas. É incentivar a criatividade, permitindo o surgimento de mentes mais preparadas para a construção de um mundo novo, onde não haja lugar para o preconceito, para a hipocrisia, nem para a subjugação dos mais fracos.
Ser professor, finalmente, é poder aplicar o amor na sua mais expressiva manifestação de sublimidade. É fazer brilhar no íntimo de cada aluno, a chama sagrada que o Criador ali depositou.
*   *   *
O nobre professor é abençoado maestro que consegue retirar dessa harpa viva, que é o coração da criança, a mais sublime musicalidade.
Sabe dedilhar nas cordas mais sutis da alma juvenil, a canção do dever e da justiça.
Consegue despertar nas almas que lhe ouvem os sábios conselhos, a mais harmoniosa melodia da esperança, da fé e do amor sem limites.

Redação do Momento Espírita.
Em 31.12.2009



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Lista de alunos para a peça "O Natal de Papel"

Alunos selecionados para o ensaio da peça "O Natal de Papel".

Ana Carolina Procópio
Ana Julia Brito Pereira
Ester Cristina Borges Almeida
Esther de Lima Brito
Fábio V. A. Araújo
Henrique Vilas Boas Alves
Isac Luiz de Lima Brito
Luiz Henrique Paula de Lima
Maria Eduarda dos Santos Alves
Marilia Rezende Bretas de Araújo
Sabrina Gonçalves Rezende
Sara Gonçalves Rezende
Sarah L. O. Santos
Tainara E. O. Santos
Wesley Gonçalves Rezendo
Participação especial:
Prof. Diogo e Tarcísio


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Dicas - Produção de textos infantis

Teatro ou literatura para criança não precisa ser boba, simples, ridícula. É essencial parar de tratar as crianças como seres inferiores e oferecer a elas textos adequados:
Não é preciso explicar tudinho ao pé da letra. As crianças são capazes de entender metáforas, sugestões, símbolos - e é disso que é feita a arte. Histórias com algumas sutilezas ajudam a criança a se identificar com o que está vendo à sua própria maneira, e permitem que ela elabore seu próprio mundo e seus problemas.
A linguagem deve ser fácil, acessível, compreensível, mas isso não quer dizer que se deva simplesmente encher a peça de bordões, gírias e piadas conhecidas. Podem-se usar algumas palavras diferentes, novas (seguidas de explicação no próprio desenrolar do texto), enriquecendo a narrativa.
Também não é necessário fazer teatro na velocidade de videogames e com todos os recursos tecnológicos da TV - "porque é com isso que as crianças estão acostumadas; esta é a linguagem do mundo de hoje". A linguagem rápida e tecnológica é sim um recurso interessante, mas se usada com coerência e comedimento. Não é necessário atropelar a fantasia infantil, nem a magia, que um conto leve, poético, é capaz de oferecer.





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Teatro infantil sempre acaba com uma lição de moral, certo? Errado! Texto infantil precisa ter um teor didático, explicativo, correto? Nem tanto!
Textos, fábulas, lendas, contos de fadas, retratam situações com as quais a criança deve se identificar livremente. Ao encerrar uma peça com uma moral explícita, você pode estar impedindo o público de retirar outras lições, outras soluções - "cada caso é um caso" - " cada cabeça uma sentença". Para cada momento da vida de uma criança, ela pode vivenciar na mesma história situações diferentes e essa possibilidade é que torna uma história atraente, e que faz com que a criança queira ouvir várias vezes o mesmo conto.
Também não é necessário "dourar a pílula". Os contos de fadas originalmente eram muito mais cruéis que hoje. Com todos os finais felizes e açúcar adicionados a eles, perderam um pouco da capacidade de fazer as crianças amadurecer. Texto para crianças precisa fazê-las pensar, e não ser um passo atrás.

A questão da faixa etária alvo também não deve ser tão limitadora e rotulante. Um bom texto infantil, com qualidade literária, bem escrito, com diálogos inteligentes será agradável e interessante também para os adultos e acompanhantes; mesmo que o tema seja infantil.

Enfim, como em qualquer produção para criança, é preciso respeitar a inteligência delas, ser amigável, natural e verdadeiro.


Fonte: Jornal Estado de São Paulo, 17 de julho de 2002.




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Aula de teatro (dublagem)

Alunos de teatro durante a dublagem.

A dublagem (português brasileiro) ou dobragem (português europeu) é a substituição da voz original de produções audiovisuais (filmes, séries, desenhos animados, telenovelas, documentários, reality shows, etc) pela voz e interpretação de um ator de voz quase sempre noutro idioma. Há também dublagem no mesmo idioma, usada para melhorar a entonação do som original, algo utilizado principalmente em comerciais e musicais, ou quando há alguma falha na captação de som direto, nas produções audiovisuais.
A dublagem é feita em estúdios de dublagem, com profissionais diversos, dentre os quais os dubladores que são aqueles que com sua voz e interpretação, substituem as vozes de obras estrangeiras por uma versão nacional.



 
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